Os melhores restaurantes no Príncipe Real

Há quem desconfie por achar que é mais um restaurante de hotel, mas se há coisa que não falta a este italiano é identidade. Felizmente, ainda há uns quantos onde é possível reservar mesa depois das 22.00, hora em que começam habitualmente as negas. Lisboa nunca teve a vida gastronómica que tem actualmente, mas ainda assim quando se trata de comer fora de horas as escolhas reduzem-se radicalmente. Não se deixe sentir desactualizado e marque uma mesa – é só escolher o que mais lhe apetece hoje.

Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Para começar, tem provavelmente o melhor peixe frito da Grande Lisboa – pelo menos assim escreveu o crítico Alfredo Lacerda há uns anos quando deu quatro estrelas à Sé da Guarda. Comprou a casa há anos aos pais de Paulo Bento e conserva as fotografias do jogador nas paredes. Com um cálice de conhaque gigante, cachecóis do Benfica e fotografias do Estádio da Luz, fica claro que, apesar do nome do bairro, o clube do Sr. Mas, além desta sanduíche emblemática, a ementa tem bons pratos do dia, sopas caseiras e salgados clássicos e honestos, das pataniscas de bacalhau aos croquetes e rissóis. É um dos mais tradicionais cafés do Largo Camões e as bifanas, estrelas da casa, são feitas numa frigideira enorme à vista de todos, com uma gordura controlada e saborosa.

Tem uma cozinha onde se trabalham produtos de luxo e se reinventam algumas tradições portuguesas. 2 Garfos — 30 restaurantes— A Casa do Bacalhau — Allora Restaurante & Bar — Animal —  Ararate — Bono — Café do Paço — Café Princípe Real — Café São Bento — Cicero Bistrot — Federico — Flor de Lis — Jardim do Sr. 1 Garfo Superior — 38 restaurantes— #Treestory — Àcosta by Olivier — Água Pela Barba – Bica — AKLA — AO26 Vegan Food Project — ARCA Bistrô e Bar — Audrey’s — Baixamar — Bellalisa Valmor — BYF Steakhouse — Cafetaria Mensagem — Capítulo Restaurant e Bar — Cervejaria Trindade — Cozy — Cru — Elevador — Erva Restaurante & Bar — Fysh by Fullest — Izanagi — KOB by Olivier — La Brasserie de l’Entrecôte Chiado — Lota Sea & Fire — Mãe, Cozinha com amor — Mesa do Bairro — Mezze — O Frade — O Gambuzino — Oven — Pizzaria Luzzo Expo — PSI Vegetariano — Real Pérola — Sacramento do Chiado — Samarkand — São Jorge — Sauvage CCB — Soul Garden — Sushi Café Alvalade — XXL by Olivier Se você é vegetariano(a) e está procurando restaurantes em Lisboa para manter sua alimentação de forma fácil e prática e sem ser uma missão quase impossível achar algum prato …

No seu restaurante indiano (moderno e não de fusão), é imperativo comer com as mãos. E já há algumas que se destacam, como acontece com o lamb durum, a lembrar o kebab do it yourself que a chef já teve no seu restaurante. Se no restaurante, apenas umas portas abaixo do outro lado da rua, Louise Bourrat aposta num conceito de fine dining, no Boubou’s Sandwich Club tudo é mais descontraído. Não foi o primeiro restaurante em nome próprio de Kiko Martins em Lisboa – essa distinção pertence a O Talho – mas foi o responsável por pôr o nome do chef nas bocas do mundo. Os pratos fixos do dia, bandeira do restaurante, servidos tanto ao almoço como ao jantar, são a grande aposta – à sexta-feira, por exemplo, há sempre arroz de cabidela.

Além da carta habitual, há sempre uma especial focada num destino asiático. Aberto em 2017, no pan-asiático Boa-Bao, no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, o desafio, por vezes, pode ser conseguir uma mesa. Entretanto, os dois saíram do projecto, mas mantém-se o foco no produto português com uma cozinha o mais sustentável possível. Foi buscar Nuno Mendes a Londres, que ficou com o cargo de director criativo, e manteve Bruno Rocha nos comandos da cozinha.

Os melhores bares e restaurantes do Príncipe Real

Aparece lá o retrato da casa e do dono e “diz em inglês que os meus rissóis e croquetes são os melhores do mundo”. É a escolha de muitos chefs para almoçar ou jantar numa folga, aposta segura para boa comida tradicional a preços que já pouco se encontram na cidade. Numa zona pejada de restaurantes que mais não são do que armadilhas para turistas, esconde-se esta tasquinha de bons pratos tradicionais a preços de antigamente.

Arquitetura do Príncipe Real

Idealizado pelo chef brasileiro Nelson Soares, aposta na culinária italiana, sobretudo de inspiração transalpina, mas com um conceito influenciado pelo minimalismo nórdico, em que cada prato tem, no máximo, cinco ingredientes base. Entretanto, também em Alcântara, fica o irmão mais novo e melhores restaurantes principe real descontraído deste restaurante, o Pausa – il Bistrot di Ruvida. Os pratos são “mais do Norte de Itália, Veneza, Milão”, e as pastas feitas à mão.

Quando as novidades pareciam ir para um lado, Luís Gaspar virou para outro e abriu um restaurante de comida tradicional. Há um mundo de restaurantes no Príncipe Real. Normalmente, são configurados em resposta a ações levadas a cabo por si para receber serviços, tais como definir as suas preferências de privacidade, iniciar sessão no site ou preencher formulários. O Café Príncipe Real está localizado numa zona central, elegante e confortável do hotel, com uma bonita esplanada com vista para a piscina e para a cidade. Em síntese, quem quiser comida autêntica do Líbano tem aqui uma opção, ainda que inconsistente para além do receituário.

Neste restaurante dos Anjos sentimos o aconchego de uma casa italiana. Depois de uma troca de chef – Nuno Costa é quem está à frente da cozinha – as atenções viraram-se para as massas frescas, feitas ali todos os dias e em destaque num menu executivo (29€). Pastas, risotos, polentas, ossobucos, lasanhas, tudo tem espaço nas cartas, sem esquecer as burratas, focaccias e os preceitos associados. Eis 20 restaurantes abertos ao domingo em Lisboa. O ideal, porém, é que faça reserva porque já foi mais fácil conseguir uma mesa na cidade. Dos brunches às mariscadas, da comida do mundo à tradicional portuguesa, há muito por onde escolher.

Rui Patrício celebrou nova etapa com a melhor carne de Portugal à mesa?

Se na casa-mãe a ideia é deixar-se estar e descobrir o peixe para além do marisco, neste novo espaço o marisco e os petiscos são as estrelas. Dificilmente haverá sítio mais instagramável e vibrante na cidade do que o restaurante do The Ivens Hotel. No piso de cima, depois de uma escadaria imponente, fica o restaurante, com uma carta de Manuel Bóia (ex-Bica do Sapato), que vai mudando conforme a estação. Mas o objectivo é criar uma nova história, até porque o chef gosta de fazer rodar a carta. De um espaço com pouco mais de uma dúzia de lugares, Carlos Duarte Afonso mudou-se, a solo, para um restaurante seis vezes maior.

A Cevicheria é um restaurante intimista dedicado ao ceviche e ao Pisco Sour, duas tradições gastronómicas peruanas. No Bairro Príncipe Real é possível encontrar uma panóplia de restaurantes que nos transportam para outras latitudes. Nos últimos anos, o bairro tem beneficiado de renovações e reaproveitamento de edifícios antigos, o que trouxe uma nova vida e aspeto às ruas, sem alterar a sua natureza e essência.

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